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Os dois eixos
Os quatro tipos
O terceiro botão: quer reciprocidade?
Porque o resultado é uma ligação
Quando o teste se engana
O que fazer com o seu resultado
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De que tipo de parceiro de responsabilidade precisa?

Doze perguntas. Descubra se precisa de um parceiro de prazos, de companhia, de uma testemunha ou de nenhum deles, e envie o resultado.

A maior parte dos conselhos sobre responsabilidade parte de uma única forma: uma chamada semanal com um amigo que também persegue um objetivo. Essa forma funciona bem para talvez um quarto das pessoas. Todas as outras experimentam-na, acham-na maçadora ou demasiado leve, e concluem que a responsabilidade partilhada não resulta consigo.

Normalmente a ideia estava certa e o formato é que estava errado.

Este teste coloca-o em dois eixos e diz-lhe que formato experimentar primeiro. Doze perguntas, cerca de noventa segundos.

O teste em si está em inglês. As perguntas e o ecrã de resultado não estão traduzidos; as explicações desta página estão.

Os dois eixos

Pressão. Quanto prazo externo precisa para que uma coisa aconteça mesmo. Há pessoas com prazos internos que funcionam; para outras, os prazos que se impõem a si próprias são, sejamos honestos, sugestões. Nenhuma das duas coisas é um defeito de carácter e ambas são estáveis o suficiente para se construir em cima.

Contacto. Quanta interação quer. Isto não é introversão nem extroversão. É saber se falar do trabalho o ajuda a fazê-lo, ou lhe custa uma hora que queria para o trabalho.

Cruze os dois e obtém quatro situações que precisam de quatro montagens diferentes.

Os quatro tipos

O do registo — pouca pressão, pouco contacto. Costuma fazer aquilo que planeia. O que lhe falta é um registo, não uma pessoa. Basta uma linha semanal, partilhada ou pública. Se montar uma dupla inteira à volta disso, vai parecer papelada e larga-a em silêncio dentro de um mês.

O parceiro de prazos — muita pressão, pouco contacto. Precisa de um dia fixo e de um relato escrito curto, e mais nada. O mesmo dia todas as semanas, três perguntas, quatro minutos, feito. O seu risco é ser emparelhado com alguém que quer conversar, por isso diga logo que quer curto — a maioria fica aliviada.

O colega de mesa — pouca pressão, muito contacto. Não precisa de prazo. Precisa de companhia enquanto trabalha. O que quer é body doubling, não responsabilidade. Este é o quadrante mais mal diagnosticado: as pessoas daqui montam um ponto semanal, acham-no maçador e concluem que a produtividade social não é para elas. Ferramenta errada, ideia certa.

O parceiro de ponto — muita pressão, muito contacto. Quer o dia e a conversa. Uma chamada semanal funciona, com uma condição: mantenha as três perguntas estruturadas no início. Se a conversa vier primeiro, come a estrutura todas as vezes.

O terceiro botão: quer reciprocidade?

As duas últimas perguntas colocam algo que os quatro tipos não apanham — se quer um parceiro a trabalhar no objetivo dele, ou uma testemunha num só sentido.

Importa mais do que se espera. Se ouvir a boa semana de outra pessoa o faz sentir pior por causa da sua semana lenta, uma dupla mútua está a trabalhar contra si em silêncio, e um mentor, um coach ou um amigo não envolvido é o melhor arranjo. Se o progresso do outro o puxa, a reciprocidade está a fazer trabalho a sério e deve insistir nela.

Aqui não há resposta certa, e não é um traço fixo — pode inverter-se consoante aquilo em que está a trabalhar.

Porque o resultado é uma ligação

Quando o teste acaba recebe um endereço com as suas pontuações lá dentro. Isso importa por duas razões.

Primeiro, pode enviá-lo à pessoa a quem vai pedir. «É mais ou menos isto que procuro — semanal, escrito, curto» é um pedido muito mais fácil do que «queres ser o meu parceiro de responsabilidade», que soa a compromisso de tamanho desconhecido.

Segundo, junte o resultado dela à mesma ligação e vê os dois lado a lado. Um parceiro de prazos emparelhado com um parceiro de ponto não está condenado, mas ambos deviam saber antes da primeira semana que um quer quatro minutos e o outro quarenta.

Nada do que responde é enviado para lado nenhum. O cálculo corre no seu navegador e a ligação leva três números, não as suas respostas.

Quando o teste se engana

É uma heurística, não um diagnóstico. Três casos em que o vai induzir em erro:

  • Respondeu como a pessoa que gostaria de ser. Responda pelos últimos dois meses, não pelo seu melhor mês.
  • O projeto parado está parado por outro motivo. Se a tarefa está indefinida, depende de outra pessoa, ou é algo que decidiu já não querer, nenhum formato ajuda. Veja os casos de falha em parceiros de responsabilidade.
  • Está entre modos. A necessidade de pressão muda com o trabalho. Um projeto bem definido que sabe fazer exige menos do que um projeto aberto que nunca tentou. Refaça o teste quando o projeto mudar.

O que fazer com o seu resultado

  1. Leia o tipo e abra a página que ele recomenda.
  2. Envie a ligação do resultado a uma pessoa, com o pedido de como encontrar um parceiro de responsabilidade.
  3. Preencham juntos o acordo — leva cinco minutos e resolve as questões que de outro modo acabam com as duplas na terceira semana.
  4. Revejam às seis semanas. Se o formato estava errado, refaça este teste e experimente o quadrante vizinho em vez de desistir da ideia.
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